
O número leva em conta, por exemplo, os cortes de salários previstos no programa de desestatização – sabe-se que a companhia paga a seus funcionários contracheques muito maiores do que concorrentes da iniciativa privada –, além de outras providenciais melhorias administrativas.
“Agora, a diretoria terá uma flexibilidade muito maior para implementar mudanças que podem tornar a Eletrobras uma das melhores empresas de “utilities” do mundo, escreveram os analistas no relatório. Uma das maiores ela já é: em 2022, deverá responder por um terço da geração de energia no país. Não à toa, suas ações subiram 35% no ano, mas especialistas consideram que há espaço para mais avanços.


